Dinheiro no caixa do governo

Não se sabe o destino do dinheiro arrecadado pelo tesouro estadual, pois, segundo o deputado Tadeu Veneri (PT), a arrecadação cresceu 14% este mês em relação a junho do ano passado.

O governo Beto Richa (PSDB) embora tenha condições de pagar os 8,17% de reajuste aos professores e servidores do executivo, negado pela Assembleia, também cancelou novas edições do PDE(Programa de Desenvolvimento Educacional).

Leia a matéria completa no BLOG do Esmael de Morais

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Paraná é vítima das crendices do governo

A mentira contada muitas vezes vai ficar como verdade, é a ilusão dos governantes do Paraná.

O governador RICHA não cansa de repetir as falácias nas quais acredita, oportunamente em seus discursos pelo estado e pelo país.

A APP-Sindicato reagiu aos novos ataques do governador Beto Richa (PSDB) à entidade e aos professores da rede pública estadual de ensino. Richa acusou ontem, em evento com prefeitos do interior, que a greve dos professores teria acabado quando o governo divulgou os supersalários da categoria. O tucano também culpou os profissionais do magistério e o sindicato pela queda na qualidade na educação do estado.

Leia o texto da nota da APP

Beto Richa volta a atacar educadores(as) e sindicato

Sindicato desafia governador a debater salários em audiência pública

Um governo que deveria fazer uma luta pela valorização da educação e de todos os educadores e educadoras do Estado, tem feito justamente o contrário no Paraná. Ataques e mais ataques aos(as) servidores(as) e à APP-Sindicato tem sido a postura frequente do governador Beto Richa que, não por acaso, vem apresentando quedas consecutivas de apoio e popularidade dos(as) paranaenses e está sendo processado pelo Ministério Público pelo Massacre do dia 29 de abril.

Em um encontro com prefeitos(as) do interior do Estado, Richa fez acusões à APP-Sindicato e desqualificou a luta histórica da entidade pela qualidade da educação paranaense. O governador criminalizou mais uma vez os salários de educadores(as) mesmo depois que a justiça determinou a retificação das informações publicadas no Portal de Transparência do Estado, mantido por verba pública, e a retirada de mentiras divulgadas na Agência Estadual de Notícias, onde Richa alega que professores(as) da rede estadual ganham mais do que prefeitos(as) de 111 municípios do Paraná.

Mais uma vez o governador sustenta a mentira dos supersalários e expõe a categoria de forma criminosa. As omissões que o Portal da Transparência faz quanto ao pagamento dos salários dos(as) educadores(as) mostram a real intenção de um governador que, ao invés de cumprir com leis trabalhistas que garantem a reposição salarial dos(as) servidores(as), como a lei da data-base e a Lei Nacional do Piso, transfere suas próprias responsabilidades e cria uma transparência seletiva dos fatos, já que divulga mentiras e não aceita o convite para debates do salários de todos os servidores e servidoras públicas, de ambos os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário do Paraná.

Hoje, os trabalhadores e trabalhadoras da educação pública do Paraná representam 62% dos(as) servidores(as) do Estado. Apesar disso, a folha de pagamento destinada a essa parcela maior de trabalhadores(as) é de 38%. Richa, que não só não valoriza a educação, mas ataca sistematicamente os próprios educadores, desqualifica a luta da categoria e transfere suas próprias responsabilidades, como aponta o presidente da APP, professor Hermes Leão. “A insistência da criminalização dos salários do Beto Richa não é novidade em governo que não tem compromisso com a população. É o esforço de sempre buscar em terceiros a responsabilidade principal que é exatamente dos governantes. Se temos dificuldades em educação, saúde e segurança pública, a responsabilidade é do governante, já que é ausente em planejamentos e investimentos”, destaca.

IDEB – Richa também afirmou que, como governador do Estado, não consegue melhorar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), já que, segundo ele, na pauta dos sindicatos não consta a qualidade de ensino. “É só salário, gratificação e hora-atividade”, de acordo com fala dele publicada no jornal Gazeta do Povo. Essa fala do governador revela que, não só Richa tem memória curta, mas que usa seu discurso unilateral, sem debate algum com a sociedade, para propagar mais e mais mentiras.

A APP-Sindicato tem uma histórica luta de 68 anos por uma educação de qualidade no Paraná. Só neste ano, realizamos duas greves que paralisaram 100% das escolas no Estado. E mais, recebemos o apoio de 96% da população. A primeira greve realizada esse ano teve como pauta principal a derrubada do Projeto de Lei que queria acabar com a carreira construída com muita luta pelos educadores(as). Além disso, a categoria foi às ruas denunciar o fechamento de turmas, o fechamento de Escolas de Campo, a tentativa de desmonte de projetos culturais, esportivos e de língua estrangeira, a superlotação de salas de aula, além da precarização da estrutura das escolas, sejam por bibliotecas desatualizadas, laboratórios de informática inativos e tantos outros espaços sem estrutura. “Toda a luta daquela greve era contra o desmonte pedagógico da escola. E foi por isso que tivemos tanto apoio da população”, explica Hermes.

Além de tudo isso, o governador culpa os(as) educadores(as) pela queda do índice, mas também omite que a precarização das escolas paranaenses afetam diretamente a qualidade do ensino. Richa não mensura a educação como um todo que precisa de investimento, mas transfere sua responsabilidade para os(as) trabalhadores(as).

É preciso lembrar que Beto Richa, enquanto candidato à reeleição para governador do Estado, assinou uma carta-compromisso, junto com demais candidatos(as), onde se comprometia a atender as demandas vindas das próprias escolas e apontadas, regularmente, em Conferências da Educação promovidas pela APP. “Nas conferências nós temos a contribuição das universidades, pensadores sobre educação, além dos próprios educadores estaduais. Nós entregamos aos candidatos, em 2014, mais de 400 proposições e ações para o conjunto das escolas e das modalidades de ensino. Nós temos propostas de educação continuada e valorização geral, inclusive da gestão democráticas das escolas e da participação da comunidade”, declara Hermes.

Audiência pública – A APP-Sindicato já solicitou à Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Paraná uma audiência pública para debater o salário de todos(as) os servidores(as) públicos(as) do Estado. “Estamos dispostos a debater com o governador Beto richa os salários todos, inclusive dos demais poderes. Aliás, vamos debater também os salários da família do governador e comparar com aos salários de funcionários de escola”, diz Hermes. O presidente também explica que é preciso debater com transparência e omitir o real ganho dos(as) educadores(as). “O governador que venha de forma honesta debater conosco em audiência pública e não ficar fazendo essa avaliação unilateral, onde não tem ninguém pra fazer o contraponto das mentiras que ele vem falando para os prefeitos”.

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Abuso de poder do comando da PMPR no dia 29/062015

O comandante da operação programada para acontecer no dia 29/06/2015 foi afastado da ação antes de iniciar o cerco aos manifestantes, já que não concordou com a truculência das ordens, escreveu Geha: “Gostaria que reestudassem o que planejaram anteriormente” referindo-se ao plano acertado com o então secretário de segurança Francischini e o comando da polícia.

Coronel Chehad Geha da Polícia Militar do Paraná alertou sobre o abuso na ação do dia 29/05/2015. Fonte: Folha de S. Paulo

Coronel Chehad Geha da Polícia Militar do Paraná alertou sobre o abuso na ação do dia 29/05/2015. Fonte: Folha de S. Paulo

 

 

 

 

 

 

 

A ação do MP contra o governo do Paraná já classificou a operação de abrupta e temerária, a mudança do comando é prova de que as autoridades estavam dispostas “a utilizar seu poderio militar para impedir qualquer manifestação democrática”.

Ação policial no dia 29/06/2015. Foto Paulo Lisboa

Ação policial no dia 29/06/2015. Foto Paulo Lisboa

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Mentira tem pernas curtas? não no governo RICHA

Richa: “Greve acabou quando mostramos os salários dos professores”

O governador Beto Richa (PSDB) declarou, num evento com prefeitos, na manhã dessa terça-feira (7/07/2015), que a greve dos professores acabou porque o governo do Paraná divulgou seus salários. Em maio, durante a greve da categoria, o governo facilitou o acesso no Portal da Transparência para os salários da categoria.

Richa em entrevista sobre o assunto, 06/07/2015

Richa em entrevista sobre o assunto, 06/07/2015

A lista continha graves omissões, ao não detalhar a natureza dos vencimentos, e chamou a atenção por divulgar de forma diferente os vencimentos de professores e de outros profissionais. A Justiça determinou a correção das falhas na segunda-feira (6/07/2015).

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Vamos destruir a educação é o que ensina RICHA

Assista o video do discurso do RICHA – recheado de mentiras em mais uma das suas apresentações fantasiosas!

sobre o Paraná que destruiu a educação básica e o ensino superior – públicos, de qualidade e gratuitos!

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Orçamento é menor e está comprometido com as dívidas de 2014

Governo disponibiliza orçamento menor que o de 2014 para Unespar

 

“O orçamento liberado pelo tesouro do Estado para o custeio da Unespar em 2015 é insuficiente para manter todas as atividades da universidade”. Esta é a afirmação do pró-reitor de Administração e Finanças da Unespar, professor Rogério Ribeiro, que tem como base um estudo realizado pelo setor.

 

Segundo informação da Secretaria de Estado da Fazenda (SEFA), neste ano serão liberados R$ 8,4 milhões para custeio da Unespar. No entanto, na Lei de Orçamento Anual (LOA), o governo do Paraná apresentou que o repasse seria de R$ 16,6 milhões. Na comparação entre os valores, o contingenciamento neste ano será de 49,6%.

 

No entanto, como detalha o pró-reitor, o orçamento de R$ 9,14 milhões liberado pelo governo no ano passado gerou um cenário problemático para a universidade, pois não foi suficiente para cobrir todas as despesas. Com isso, a universidade acumulou dívidas que superaram R$ 2 milhões com despesas obrigatórias. Considerando o valor liberado e o que estava previsto, houve uma redução de 42,4% do orçamento.

 

Diante do cenário, a Pró-reitoria de Administração e Finanças (PRAF) está conversando com as Divisões de Administração e Finanças – unidades descentralizadas que funcionam nos campi. O objetivo é que identifiquem contratos que possam ser reduzidos. Entretanto, muitos campi necessitam de ampliação dos contratos para que se possam garantir atendimento mínimo das atividades. Um caso é o do campus de Paranaguá que conta com cinco postos de trabalho para a limpeza e conservação das instalações, quando o mínimo necessário é de 12 postos, conforme apuração da pró-reitoria.

 

A necessidade orçamentária mínima para que a universidade possa desenvolver o trabalho, neste ano, é de R$ 13,9 milhões. Para minimizar o contingenciamento a PRAF está garantindo uma liberação de orçamento do tesouro estadual na ordem de 58,9% para todos os campi, contra os 50,4% impostos pela Secretaria da Fazenda. “Isto está sendo possível com a transferência de R$ 1 milhão do orçamento da reitoria para suplementar os campi. Mesmo assim, teremos dificuldades para executar nossas atividades neste ano. Essas mudanças impostas pelo governo vão precarizar várias atividades da universidade.”, conclui Ribeiro.

 

 

Cássio Henrique Ceniz

Unespar | Universidade Estadual do Paraná

Jornalista | Assessoria de Imprensa

 

(44) 9981-0072​ | (44) 3810-1717

www.unespar.edu.br | cassio.ceniz@unespar.edu.br

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greve estudantil: respostas da SETI

Comunicado do movimento estudantil em 01/07/2015

Comunicado do movimento estudantil em 01/07/2015

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Ultima assembléia: estado ou governo

GREVE NA EMBAP E FAP É ENCERRADA

Em Assembleia Unificada dos campi de Curitiba I e II da UNESPAR (EMBAP e FAP) realizada ontem (26/06), os agentes e docentes deliberaram pelo encerramento da greve e o retorno imediato às atividades administrativas e acadêmicas.
Será proposto às direções dos dois campi que as atividades letivas tenham início no dia 01/07/2015, quarta-feira, havendo a reposição integral do período em greve durante a vigência do novo calendário a ser aprovado em breve pelo CEPE – Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da UNESPAR.
Os discentes da EMBAP e FAP permanecem em greve, realizando assembleias na próxima semana para deliberarem sobre a continuidade do movimento grevista estudantil.
A greve termina, mas a luta por uma UNESPAR pública, gratuita, laica e de qualidade continua!

Assembléia FAP/EMBAP realizada em 26/06/2015

Assembléia FAP/EMBAP realizada em 26/06/2015

 

 

 

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Salário baixo? é professor

Salários dos professores conforme levantamento do Portal G1

Levantamento do portal G1 sobre salários dos professores da Educação Básica nos estados

Levantamento do portal G1 sobre salários dos professores da Educação Básica nos estados

Os professores das redes estaduais e do Distrito Federal ganham R$ 16,95 a cada 60 minutos que passam dentro da sala de aula com os estudantes, ou fora dela preparando atividades, provas e relatórios.

O valor médio da hora nacional faz parte de um levantamento feito pelas equipes de reportagem do G1 em todo o país, junto aos governos estaduais e sindicatos, entre abril e junho deste ano.

Considerando a carga horária de 40 horas semanais de trabalho, o salário-base médio é de R$ 2.711,48 para professores com diploma de licenciatura no início da carreira.

O levantamento tomou como base essa categoria de docência porque as redes estaduais são as principais responsáveis pelo ensino médio, nível em que, para lecionar, é preciso concluir o curso de licenciatura.

Em média, o professor da rede pública estadual formado em licenciatura (ou seja, com diploma do ensino superior), recebe 57% do salário mediano dos trabalhadores brasileiros com formação equivalente. Segundo uma comparação feita pelo Cadastro Central de Empresas (Cempre) com base em dados de 2013, e divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na semana passada, o salário médio de trabalhadores com diploma de nível superior foi de R$ 4.726,21.

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SETI SEM POSIÇÃO QUANTO ÀS VERBAS DE CUSTEIO?

Notícia veiculada pela BANDNEWS sobre o movimento dos campi I e II Curitiba.

Fucionários, estudantes e professores ocupam a SETI em 26/06/2015 para protestar pela falta das verbas de custeio

Fucionários, estudantes e professores ocupam a SETI em 26/06/2015 para protestar pela falta das verbas de custeio

Professores e estudantes de dois campi da Unespar em Curitiba protestam na manhã desta sexta-feira (26), em frente à sede da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, no bairro Jardim Botânico. Eles pedem o repasse das verbas mínimas de custeio da Escola de Música e Belas Artes do Paraná e da Faculdade de Artes do Paraná, que estariam atrasadas desde abril. O débito seria de 663 mil reais em recursos necessários para despesas básicas, como água, luz e telefone, entre outras. Continuar lendo

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